Governare

Os 8 P's da Governança Corporativa

A metodologia que envolve oito dimensões para criação do ambiente corporativo.

22 de novembro de 2019

          A PROPRIEDADE é fundamental já que possui estreitas relações com as razões de ser da empresa e com as diretrizes da governança. Pode ser: (i) familiar, consorciada, estatal ou anônima; (ii) fechada ou aberta; e (iii) concentrada ou pulverizada. ⠀⠀⠀⠀

          Os PRINCÍPIOS são os fundamentos éticos e valores dos negócios e da gestão, que envolvem: (i) fairness (senso de justiça e equidade de direitos); (ii) disclosure (transparência quanto aos resultados, oportunidades e riscos); (iii) accountability (prestação responsável de contas); e (iv) compliance (conformidade com instituições legais e com marcos regulatórios).

         Os PROPÓSITOS ajudam a dar o direcionamento de médio-longo prazo, o alinhamento entre propósitos e expectativas dos proprietários e a clareza na definição de diretrizes de grande alcance, como: (i) o propósito orientador (missão); (ii) o propósito empresarial (visão); (iii) a estratégia (de forma consistente, motivadora e realizável); (iv) a maximização do retorno total dos investimentos dos shareholders (RTS); (v) a harmonização do RTS com os interesses de outros stakeholders. ⠀⠀⠀⠀

           As PESSOAS são o fator-chave da boa governança e exigem uma postura ética para conduzir as questões societárias, os negócios, as operações internas, e a gestão. Por isso, deve haver alinhamento de interesses.Para os PAPÉIS, é essencial que haja clareza na separação: (i) da família, da sociedade e da empresa; (ii) dos acionistas, dos conselheiros e dos gestores; (iii) do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva; e (iv) do Chairman e e do CEO. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀                                                                                                                                       A estrutura de PODER é uma prerrogativa dos shareholders. O poder é definido e separado de acordo com as funções e responsabilidades, entre os Conselhos corporativos e a Direção executiva, que compartilham as decisões de alto impacto e planejam as sucessões nos órgãos de governança. ⠀⠀⠀⠀

         As PRÁTICAS atribuíveis ao Conselho de Administração: (i) direcionam a estratégia ao monitoramento de resultados; (ii) dão o empowerment dos órgãos de governança; (iii) realizam a gestão de conflitos e de custos de agência; e (iv) auxiliam na construção de canais de comunicação internos e externos. As práticas atribuíveis à Diretoria Executiva são: (i) o alinhamento aos valores corporativos; (ii) realizar as operações alinhadas às estratégias; (iii) manter o foco na geração de resultados; e (iv) no cumprimento do plano orçamentário. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀                                                                                                                                  A PERENIDADE está presente em todas as estruturas societárias, principalmente nas familiares, e está associada a: (i) harmonia de propósitos; (ii) criação de valor para os shareholders; (iii) conciliação dos interesses dos shareholders com os de outros stakeholders; (iv) desenvolvimento de lideranças em todos os níveis; (v) estratégia focada em fatores-chave de sucesso; (vi) tratamento de questões-chave; e (vii) gestão eficaz de riscos.

  As PESSOAS são o fator-chave da boa governança e exigem uma postura ética para conduzir as questões societárias, os negócios, as operações internas, e a gestão.

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